Leixões 1 - 1 SCBraga (Crónica)
Foi um jogo de falhas. Falhou o Moisés. Falhou o Eduardo. Falhou o estado do relvado e as condições climatéricas que teimavam impetuosamente em se agravar à medida que o tempo passava. Foi um jogo de nervos. Estranhos calafrios apoderavam-se da alma dos aficcionados Braguistas que irredutivelmente fizeram questão de marcar presença, independentemente das fortes rajadas de vento e chuva torrencial que pairava sobre a cidade de Matosinhos. Era jogo do líder. Emoções ao rubro, mas sempre com os pés bem assentes na terra. Sabíamos perfeitamente que ia ser um jogo com dificuldades acrescidas devido às péssimas condições em que o relvado se apresentava. Um factor negativo e que impossibilita a prática de bom futebol. O Sporting de Braga apresentou-se na partida com alguma instabilidade. Insistia nas triangulações quando podia e devia adoptar um estilo de jogo mais directo, visto que o relvado não era propício a isso. Perto da meia-hora de jogo Moisés e Eduardo foram infelizes. Moisés porque atrasou a bola com alguma força e em deslocação à baliza, e Eduardo que impensavelmente não a conseguiu segurar. Com o resultado desfavorável, era fulcral insistir forte no ataque. Domingos Paciência fez sair Meyong (que está uns furos abaixo do normal) para a entrada de Matheus e Hugo Viana para o lugar de Andrés Madrid. Acreditar sempre até ao fim. É esse o espírito Gverreiro que tanto a equipa como os adeptos adoptaram convictamente e apregoam semana após semana. O desfecho final foi o que se viu. O Braga partiu para cima do Leixões e conseguiu chegar à igualdade. Resultado intermédio mas que serviu para as aspirações da jornada. O 1º lugar continua a pertencer-nos independentemente de tudo. Agora, há que estudar as falhas e corrigi-las. Visto que, não vivemos das goleadas mas sim das vitórias sofridas, há que continuar a pensar jogo a jogo. O campeonato é uma batalha e grão a grão, enchem os Gverreiros o papo.
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