SCBraga 2 - 1 Marítimo (Crónica)
O Sporting de Braga recebeu a formação Madeirense em jogo a contar para a 19ª jornada, Domingo pelas 18 horas. O Presidente, António Salvador, ditou que o encontro iria ser à porta aberta, ou seja, não era necessário ingresso para marcar presença no Estádio AXA. Por isso, foram 30186 almas oficiais que compareceram, barrando assim a entrada a muitas outras que viram a entrada restrita devido à lotação do recinto desportivo se encontrar completa. Este jogo serviu para encurtar a distância face ao 1º classificado para um ponto, ficando com um jogo ainda por realizar. Jogo esse, bastante aliciante, pois em caso de triunfo ou empate consolidará e colocará o Braga de volta ao topo da tabela classificativa. Sem Moisés, André Leone (a titular - jogou nos minutos finais), Vandinho, Mossoró, Paulo César e Rentería, Domingos Paciência viu-se obrigado a re-estruturar a equipa e alterar o esquema táctico, como se de uma nova formação se trata-se. Entrada em campo algo tremida, apática e amorfa. O futebol espectáculo demorou a aparecer e foram escassas as oportunidades de golo para ambas as equipas nos primeiros 45 minutos. O intervalo serviu para assentar as ideias, fomentar e assimila-las. A equipa entrou descontraída, consciente de que só unidos levariam o Marítimo de vencida e com faro de golo. Nos minutos iniciais Meyong abriu o marcador através de um magnífico passe de Alan, dando oportunidade ao companheiro de equipa voltar aos golos na Liga Sagres. O Camaronês já leva seis na sua conta pessoal. 10 minutos depois Djalma silenciou as bancadas do Estádio AXA. Estabelecido o empate a uma bola, cabia ao Sporting de Braga ir atrás do prejuízo. Foi então que aos 80 minutos, após jogada de insistência de Filipe Oliveira, com imensa confusão na grande-área Maritimista, Luís Aguiar aproveitou da melhor forma o ressalto e finalizou com eficácia, proporcionando assim uma respiração mais tranquila aos Bracarenses. É curioso e incompreensível todo este furor em torno do lance que ditou o segundo golo a favor do Braga. De facto a bola transpôs a linha lateral, mas não culminou em lance directo para golo. A bola ainda percorreu imenso caminho, tocou em vários atletas, tendo inclusive estado na posse de um jogador do Marítimo e só depois acabou no fundo da baliza dos forasteiros. Tanto alarido em torno do caso, mas muito provavelmente desinteressaram-se aquando do jogo SCBraga vs Paços de Ferreira da época 2005/2006, em que a bola transpôs na totalidade a linha de fundo e culminou em golo directo. Onde andavam os tão proclamados críticos futebolísticos? Falaram em benefícios? Pois bem, assustamos muita gente...
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