Naval 0 - 0 SCBraga (Crónica)
Chega de facilidades, chega de jogos de interesses e chega de mercenários.
O Braga, voltou novamente a marcar passo perante o penúltimo classificado e não foi além de um nulo no marcador. Este empate, mesmo não contando nas nossas intenções, colocou-nos na 8ª posição. É caso para dizer, tão longe mas ao mesmo tempo tão perto. E se na teoria é fácil explicar os motivos, as fragilidades e a alternância nas performances da equipa, porque é que dentro de campo não é possível dar o corpo ao manifesto e lutar pela tão almejada vitória?
No sentido inverso, as bancadas registaram pouca afluência, mas os Indefectíveis marcaram presença (cerca de duas centenas) e tentaram sempre remar contra a maré. Quando as coisas dentro de campo não serviam para encher o olho e muito menos para dar o tão proclamado grito da revolta, no tal cantinho, em uníssono, houve quem redobrasse o nível de decíbeis à medida que o tempo caminhava, impetuosamente, até ao apito final do juiz da partida.
De facto, é incompreensível. Há apoio, há atitude, há empenho, há sacrifícios e camaradagem para dizer "sim" no acto de reservar a transferta a um dia da semana, a um péssimo horário e a muitos quilómetros de distância das nossas humildes origens, mas dentro de campo continua cada vez mais a perdurar o comodismo, o desacerto, a desatenção, a falta de carácter e a vontade de dar uma reviravolta nesta má fase que paira sobre o nosso clube. Contudo, independentemente disso, quando a chama estiver a esmorecer, há sempre quem se prontifique a ateá-la novamente e a reerguer a mística e os mui nobre valores do Sporting Clube de Braga.
Ontem, hoje e sempre...
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